quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Foto do MIS IV















Higienização dos discos - Passo-a-passo:
1) Pega um pequeno pedaço de algodão e molha na água.
2) Passa no disco fazendo movimentos circulares...de maneira cuidadosa.
3) Coloca no escorredor e espera secar.
rsrsrs.

Pâmela, Luciana, Soraia e Vivian.

Foto do MIS III
















Agora sim...um pouco mais do acervo! Não se preocupem porque tem muito mais!!

Pâmela, Luciana, Soraia e Vivian.

Foto do MIS II















Essa foto foi tirada na discoteca...dá para ver um pouco o acervo!

Pâmela, Luciana, Soraia e Vivian.

Foto do MIS I















É...a foto não ficou muito boa, hehe. Na verdade ficou péssima.
De qulaquer forma, apresentamos o pátio interno do MIS!

Pâmela, Luciana, Soraia e Vivian.

A hora e a vez do MIS

Esse relato tem por objetivo contar, mesmo que brevemente, as nossas experiências no MIS - Museu da Imagem e Som, bem como mostrar um pouco do seu funcionamento. O MIS foi fundado em 1975 e, desde então, vem captando, organizando, preservando e divulgando registros iconográficos que documentam a história social e cultural de Campinas. Além destes registros, possui um acervo tecnológico, constituído por equipamentos exemplares do desenvolvimento e do uso da tecnologia audiovisual.
Em 2004, o MIS ganhou sede própria no Palácio dos Azulejos, iniciando uma nova fase de planejamento em relação aos acervos e desenvolvimentos de programas e projetos e fortalecimento de comunicação com o público.
Nos últimos anos, o museu tem desenvolvido ações que buscam integrar: preservação de acervos iconográficos e sonoros, pesquisa e difusão cultural, além de atender a demanda de consultas de estudantes, professores, cineastas, produtores culturais, enfim, profissionais de diversas áreas que necessitam ter acesso às imagens históricas da cidade e região. O Museu realiza seus próprios projetos de pesquisa, cujos resultados são disponibilizados para a população em exposições, publicações e vídeos. O MIS também organiza mostras de vídeo, cinema e fotografia.
Assim como os outros relatos feitos até agora, no MIS a coisa não está muito diferente já que faltam recursos para as coisas mínimas, ou seja, papel higiênico, luvas, continuação de obras e etc. Contudo, isso não é motivo para ficarmos paradas “vendo a banda passar”, não é mesmo?
Na nossa primeira semana de estágio, alguns funcionários nos apresentaram o espaço que abriga o museu, ou seja, o Palácio dos Azulejos. Visitamos a exposição permanente, adentramos em salas que, por total falta de recursos, estão entregues às moscas, e podemos conhecer também a forma como o museu está estruturado.
O MIS está dividido em setores de fotografia, vídeo, cinema e música, além de possuir uma biblioteca com publicações que vão desde livros e revistas até partituras. Nessa ocasião, os funcionários, falaram também a respeito da discoteca que contém muita, mas muita coisa interessante mesmo, mas que por falta de verbas, funcionários, espaço adequado (ou seja, tudo!) ainda não é aberta para a consulta do público.
Pensando nisso, achamos que seria interessante, desenvolver mesmo que por pouco tempo um trabalho de preservação, organização e catalogação do acervo juntamente com a Flávia, uma profissional formada em música, responsável pelo setor.
Adentrando o espaço físico da discoteca pudemos observar a enorme quantidade de discos, bem como o estado precário de alguns. Contudo, foi só com o manuseio destes (tem de ser feito de maneira muito cuidadosa porque para quebrar é muito fácil, e nós não pretendemos ser responsáveis pela destruição do patrimônio público, rs) que nos demos conta da diversidade, já que encontramos óperas, sambas (esses são muitos!), tango, bolero, enfim tem de tudo.
Bom, mas voltando um pouco, o nosso trabalho é basicamente pegar disco por disco e catalogar, ou seja, colocar o nome da canção, o gênero e o intérprete, além de limpar cada um deles. Analisamos essa atividade de maneira muito positiva na medida em que, estamos entrando em contato tanto com a parte de pesquisa quanto com a parte técnica.
Também testemunhamos a falta de cuidado com a catalogação durante as diversas gestões que o Museu conheceu. Parte do acervo está organizada, mas não há um registro escrito da lógica da organização feita pelos antigos funcionários. Com isso a atual responsável, a Flávia, é obrigada a organizar novamente todo o acervo, fato que inviabiliza o acesso aos pesquisadores.

A falta de um computador que abrigue os dados de todo acervo é mais um agravante. Mesmo assim está sendo interessante acompanhar o processo de catalogação, ainda que com muitas dificuldades, e como o registro dos procedimentos adotados é vital para o bom funcionamento do Museu. E esperamos que nossa pequena participação contribua com a abertura de um acervo muito rico na área da história da música.

Pâmela e Luciana


Uma outra função para o BLOG?!

Caros colegas de disciplina
conversando com algumas pessoas que estão fazendo essa disciplina e que não estão estagiando no mesmo local que eu, percebi que havia algumas reclamações sobre a disciplina.
Durante a reunião que fizemos para decidir os novos representantes discentes da nossa sala (Mariana Meschiatti e João) muitos desses problemas foram levantados novamente e foi proposto a utilização deste Blog, para realizarmos a avaliação da disciplina, que ainda não foi feita, para podermos construir um relatório dos problemas apresentados.
Achamos essa maneira bastante viavél, gostaria somente de saber a opinião dos docentes dessa disciplina...
Só temos boas intenções.rs.
abraços e beijos a todos
Fernando

CSPC vai bem obrigado

Pois é me enganaram!
Primeiro disseram que iriamos para o CONDEPACC e, chegando lá, descobri que iria estagiar no CSPC. Essa foi a primeiro susto. Siglas! CONDEPACC é o conselho que delibera e discute assuntos de patrimonio histórico, arquitetônico, cultural e ambiental em campinas, enquanto que CSPC é o orgão técnico que faz os estudos dos bens a serem tombados! UFA! no final das contas não me enganaram tanto assim... mas foi por pouco.
Na segunda-feira da reunião geral, fomos apresentados para a diretora geral do CSPC, a Daisy e para a "braço-direito" da Daisy, a Fabiola. Mulheres muito legais, atenciosas e prontas para conversar, discutir e ajudar em qualquer dificuldade ou angustia no trabalho.
Por causa do pequeno tempo que temos para estagiar, elas resolveram criar uma atividade capaz de nos apresentar como é trabalhar com patrimonio num orgão do governo. Ou seja, como é todo o tramite técnico-burocrático para se tombar um bem.
A atividade proposta foi o estudo de um bem tombado do centro da cidade e a indicação de uma possível intervenção para esse edifício. Fui presenteado como o Solar do Barão de Itapura, atual sede da Puccamp central. Esse foi o terceiro processo aberto pelo CONDEPACC, e antes disso, em 1983, o edifício já havia sido tombado pelo CONDEPHAAT.
Bom a pilha de documentos do processo é enorme e exaustivamente repetitiva! Nosso trabalho começou por uma leitura do processo e depois teriamos que pesquisar mais sobre o edifício para construirmos um argumento que defendesse e pautasse nossa proposta... Bem é isso que estamos fazendo.
Parece tudo muito fácil, mas há alguns impecilhos que aparecem no decorrer do percurso. Vamos ao primeiro que estou enfrentado:
Depois de ter vistoriado o edificio, achei necessário fazer um ensaio fotográfico para anexar no meu trabalho e entrei em contato com a PUC para pedir autorização. Enfim encontri um tramite burocrático bem chato.
O segundo, que foi breve e não causou a queda de nenhum fio de cabelo:
Nos encaminharam para pesquisar no arquivo municipal e como a Flavia trabalha lá, pedi para ela se informar se havia algum documento para eu olhar e não perder a viagem. Segundo a chefe dela não havia nada e era para eu ir pesquisar na CEPLAMA. Aonde é isso? Fabiola me informou que era na prefeitura,e o impecilho foi resolvido.
Enfim acho que são as chatices do ofício, mas é bem legal!!
Depois envio mais informaçoes
Até a próxima...